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Monna Cleide Santos é aluna de mestrado no Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, tem experiência na área de ciência da computação, com ênfase em sistemas de computação.

NAP-SoL: Por que é importante mapear ecossistemas de inovação?

Monna Cleide: Ecossistemas de inovação são sempre únicos. Cada região possui suas próprias características, suas vantagens, seu foco e sua história. Todas essas características nos fornecem informações importantíssimas sobre o porquê de um ecossistema ter mais sucesso que outros. Mapear ecossistemas de inovação nos traz informações mais precisas sobre o que agrega valor a determinados ecossistemas, e nos faz pensar melhor em como diferentes ecossistemas podem interagir para alavancar o máximo de seu potencial, seja nas interações, na troca de experiências, no fluxo de recursos materiais e humanos. Além disso, ecossistemas em crescimento podem perceber suas fraquezas através de mapeamentos, para focar exatamente no problema a ser resolvido. Um mapeamento preciso de um ecossistema também ajuda a entender a inovação em si, e a partir disso, traçar políticas de inovação próprias para aquele ecossistema.

NAP-SoL: Quais mecanismos são usados para esse tipo de levantamento?

Monna Cleide: O principal mecanismo é a interação com as pessoas que fazem parte do ecossistema. Elas estão imersas 24h por dia nesse meio, e por isso tem as informações mais valiosas. Para extrair esses dados das pessoas, geralmente são usadas abordagens qualitativas, como entrevistas, discussões coletivas, envio de questionários, etc.

NAP-SoL: Qual objetivo da sua pesquisa?

Monna Cleide: O objetivo é fornecer um mapeamento do ecossistema de startups da cidade de São Paulo. Queremos, também, oferecer sugestões de ações concretas que possam ajudar a fortalecer o ecossistema.

Por: Natalí Silva

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